Muito linda nossa ursinha, apesar de ser um bebê já está aprendendo algumas coisas. Sempre senta quando quer alguma coisa (no video do gelo dá pra ver) e o “fica” já está durando mais do que 5 segundos (para quem não tem cachorro parece pouco, mas pergunte para um dono de filhote a eternidade que parece!).
Hoje veio aqui em casa a Daniela da Lord Cão, que é uma consultora para assuntos caninos em geral, adestradora, criadora de Rottweiler e dona de um hotel de cães (Monte Olivete, em Guapi - Laikinha conhece muito bem, ainda deve sonhar com a cachoeira...). Foi ótimo porque, apesar da minha adoração por literatura canina, a prática às vezes é muito diferente da teoria, então foi bastante útil para combater probleminhas básicos dessa idade, tipo morder as mãos, não deixar nós comermos em paz, etc etc... Fora que ela achou a Samba muito boazinha (YES!!!), diminuindo nossa preocupação de ter uma peludinha muito dominante. Não satisfeita, ainda trouxe um presentinho (a unha de vaca do video abaixo), que ela AMOU! Valeu, Dani! Excelente para quem tem um cachorro problemático ou para quem, como nós, tem um filhote (a prevenção é a melhor arma!). Para quem está pensando em adquirir um cachorro (recomendo!!) e não tem experiência prévia, é uma ótima idéia conversar sobre a raça mais adequada pra cada estilo de vida; a escolha errada pode traumatizar qualquer um por anos!! Quando eu era criança (ih, caramba, lá vem história do passado distante....) me apaixonei por cães e passei a devorar tudo que era possível, assinava Cães&Cia, lia Enciclopédia Canina (era o hit da época) e conhecia a aparência de todas as raças de trás pra frente. A parte “aparência” é importante porque, lógico, eu era criança, então não me ligava muito em pequenos detalhes tipo “muito independente”, “anti-social com outros cães”, “difícil de treinar”, que se mostraram bastante evidentes no Chow Chow que ganhei quando tinha 9 anos e jurei que iria cuidar (9 anos!!). Bem, o Flash era lindo, mas era o bicho mais doido e inadequado pra nós... O trauma só foi superado quando consegui convencer meus pais a tentar de novo, dessa vez com um Labrador, quando me formei aos 24 anos!! Hoje o trauma passou, graças à fofura da Gita (e muita paciência pra educá-la por parte de todos da casa!). Enfim, divagando sobre a diferença que pequenos detalhes podem fazer (“independente” é apelido!!!).