Fotos de Sydney. Os lugares. Parques, praças, prédios, restaurantes, curiosidades. Imagens que poderiam estampar qualquer cartão postal por aí. Na nossa opinião, a cidade mais linda, deslumbrante, maravilhosa, sensacional que existe. Depois de Barueri, claro.
 
A plaza, um dia calma e tranquila, na frente do Four Seasons virou isso. Parece a Ladeira Porto Geral, sábado.
A parte boa é que amanhã não vai haver nenhuma prova de que isso tudo existiu. Nem um papelzinho no chão.
Prontas para a festa de reveillon no Aria. Ao fundo, as ruas do centro já civilizadamente interditadas.
Taxi! Taxi! Até isso em Sydney pode ser ao mesmo tempo pitoresco e comum. Como helicópteros em São Paulo.
Andamos quilômetros nos Chinese Gardens. No horóscopo chinês fomos camelos.
Objetivo: cansar a Helena, para ela dormir à tarde, e aguentar ficar acordada na noite do reveillon. Deu certo.
Um dragaozinho, verdadeiro signo da Helena, veio nos visitar no meio do passeio.
Foto de dia, com flash. Nem sempre dá certo. Dessa vez deu: olha que belezinha. Para guardar na carteira.
Dia 31 à tarde. A previsão do tempo dizia: fortes chuvas em Sydney. Yeah, right.
As decorações de Natal já começam a desaparecer. Essa árvore no Martin Place é uma das últimas.
Cangurus! Claro, Austrália sem cangurus é que nem Boston sem mineiros. Parte obrigatória da paisagem.
Achamos que a cobra é que teria medo da Helena. Mas no fim deu tudo certo. No Sydney Wildlife World.
Helena e Frank, seu amigo constritor, dando um belo aperto de mão.
Cheia de coragem, fazer carinho num lagarto horroroso, agora era uma questão de honra.
Depois de andar uns 10 km, uma pausa para descansar no Darling Harbour. Bela imagem.
Discretíssima frente do Tetsuya’s, um dos dois melhores restaurantes do mundo. O outro é o Buttina.
A Helena não quis participar do menu-degustação. Mas bem que deu uma garfada de  cada prato nosso.
O expresso era ótimo, mas olhando agora, nessa foto, parece uma privadinha de rodoviária. Sem tampa.
A Helena é hoje, a maior patrona das artes de rua da Oceania. Tocou qualquer coisa, desenhou? Moeda.
Bem na frente do Queen Victoria Building (lojas, metrô, restaurantes), estátua de quem? Da Ladi Di que não é.
Dentro do QVB, o teto é lindo. Para compensar o consumo lascado nas lojas em liquidação. Triste espetáculo.
O chão do QVB é muito legal. Ainda mais com a minha parceira de dança-robô. Depois eu explico.
Voltando para o quarto quem nos recebe? Um cookie man novinho, e leite com morango geladinho. Oh, vida dura.
Acordo de manhã e quem está escrevendo a coluna de Macintosh no jornal local? Ele mesmo, Jonattan, meu irmão.
O Aquario de Sydney não deve nada ao aquário de Santos. Especialmente no quesito corais.
Aquele tradicional túnel de vidro no meio dos tubarões. O detalhe é que eram muitos, e de todos os tipos.
No trem que sai da estação central e vai para Carlingford, na casa dos Morgan.
Os Morgan (Debbie, Val e Terry) foram a família da Claudia, 17 anos atrás, no seu intercâmbio.
Os espetinhos Mimi, estão fazendo bilhões de dólares todo ano aqui na Austrália.
Terry Morgan. Uma figuraça. Todo palhaço, cheio de piadas e histórias engraçadas. Na verdade ele é neozelandês.
E adivinha quem, mesmo sem entender uma palavra, é chegada num palhaço?
Fomos de trem, voltamos de River Cat. Super rápido, pontual e com uma bela vista na chegada, apesar da chuva.
As duas criaturas mais lindas do universo, agora em formato 16:9. Viva a Panasonic! Viva a Leica!
Boa foto, tenho que dar o braço a torcer. Calma mãe, vou mandar botar num porta- retratos. Calma.
Dentro do Opera House: as salas de concerto são tão fantásticas quanto o exterior. Ok, um pouco menos.
Para você Márcio Mazza: isso é que é concreto pré-moldado. O resto é conversa.
A incrível fotógrafa-prodígio com sua empresária. Atenção, porque a diária já começou a subir de preço.
Flores, muitas flores. Estamos agora no Royal Botanic Gardens. Buniiiito. E não tem um inseto. Estranho.
Moléstia à parte, vai ter uma família bonita assim lá no raio que o parta. Calma Cleide, essa também vamos ampliar.
Muitas, muitas, muitas flores lindas. E nada, absolutamente nada de insetos. Duas ou três abelhas e só.
Arrá! Descoberto o segredo dos insetos. Zilhares de morcegos famintos. E pelo jeito, amestrados.
A vista é linda, old news. Agora, Newton San, repare na porcentagem de orientais (chineses, acho): 125%.
Para aqueles que acham que eu ando escaneando postais: olha a família ali no cantinho! Tôma!
Até coisas assim como um Cadillac rabo-de-peixe, acontecem normalmente na vida dos australianos.
Veglio, olha a lista de vinhos by the glass do almoço. Fomos no chardonnay e no grenache.
Por increça que parível, o penne da Helena estava danado de bom. Deu uma certa inveja.
Olha aí a cara de quem comeu, gostou, mas logo teve que sair para fazer umas fotos. Ah, o dever.
A arma branca que a Helena vem portando, com o intuito de tumultuar os restaurantes locais. Um perigo.
Singela homenagem à minha mãe, meu sogro e meu cunhado. Falo da cidade claro. O time nem sei onde anda.
Nem o homem estátua foi capaz de suportar a macaquice da Helena.
Até cedeu os seus “props” pra ver se ela sossegava um pouco. Mas quem conhece a Helena sabe: só piorou.
Ken Done está para Sydney como Romero Britto para Miami. Só que a galeria daqui, pelo menos, é linda.
O bairro The Rocks é isso: tudo meio velhinho, do começo do século, mas extremamente bem cuidado.
Uma vitrine com guloseimas de não-sei-que-tipo, mas que acabavam de sair do forno e cheiravam bem pacas.
Entrada do Bel Mondo. Exatamente igual a 1999.
O banheiro mudou! Tudo preto com pias de plástico vermelhas e sabonete líquido amarelo-gelatina.
Ravioli da Claudia: recheio de queijo de cabra, espinafre e uns trique-triques.
Fora os aspargos, o Tio Juca ia adorar este Salmão. De comer ajoelhado, virado para Meca.
Rocket e parmezan side salad. Rocket é tipo uma rúcula, mas um pouco melhor, menor e menos verde.
O gnocchi da Helena estava muito aromático e o prato, acho que deve estar quente até agora, incrível.
Pannacota com berries. Tudo ótimo, tudo perfeito. Tudo de bom pra vocês também.
Para fechar, um café tão gostoso que me levou à esculpir a frase: “Muita calima nessa hora”. Ouch.
Comemos como três reis, andamos feito camelos, e vamos dormir como estrelas.
Um trocadilho de Natal.
Não consigo ver esse skyline e não fotografar. Desculpe a insistência.
É de tirar o fôlego. E olha que eu já sobrevoei o Rio de Janeiro com o sol se pondo.
Manly é um bairro de Sydney, se é que existe essa denominação aqui.
A praia é limpíssima, vazia e agradável. Até as 11 da manhã, pelo menos.
Há formações rochosas interessantes no final da praia, que levam até uma outra prainha: Shelly Beach.
No caminho, uma piscina de água salgada super legal, mas já estava todo mundo seco e com fome.
A cor do mar, é um Pantone muito diferente do Caribe ou do Nordeste. Mas para quem não esperava nada, tá lindo.
Le Kiosk. Quando eu disse”um restaurantezinho na praia”, entenda, é na praia mesmo, quase na água.
Esse é o tipo de público que frequenta o Le Kiosk: vândalos, palhaços e delinquentes.
Os pratos principais do cardápio. Fora o Fish and Chips, ultra metidos à besta. E adivinha qual o melhor? Errou.
Minha entrada deveria conter a frase “maravilhoso, porém pequeno” em algum asterisco no rodapé do cardápio.
Um Chenin Blanc em homenagem ao meu amigo Bola, um entendido de vinhos.
Ia se dar bem na Austrália.
Claro que uma hora a Helena se enche, vai embora e encontra mini-conchas raríssimas para sua coleção.
No caminho de volta, tem divertidas esculturas temáticas nas pedras.
Voltando, duas da tarde, a praia lotada, o sol fritando o miolo da australianada, e o chão estranhamente frio.
A volta é sempre aquela farofa. Igual à balsa que vai para Itaparica só que sem axé, dendê, ou odores típicos.
Em 99, escalamos a Harbour Bridge. Infelizmente, dessa vez a Helena ainda não tem idade, nem altura.
Plataforma 2, ao lado do Opera House. Pegue o ferry para Mosman, onde fica o Taronga Zoo.
Os cangurus abundam na Austrália. A estatística (talvez mentirosa) que ouvi: são 3 para cada habitante.
Esse koala gigante é feio pra burro, mas a Helena fez uma carinha tão bonita que essa foto fica.
Duas brasileiras lindas, o diabo da tasmânia e um koala. Que fez que não era com ele.
O koala é um bicho fofíssimo. E tem aquela empolgação contagiante: dá uma vontade louca de dar um cochilo.
Encontramos aqui um grande amigo nosso: o carioquíssimo ex-colega Sérgio Brandão.
A vista da baía de Sydney, de dentro do zoológico já vale o ingresso.
O Skyline de Sydney é uma covardia. Especialmente de dentro de um barquinho, no meio da água.
A melhor cerveja do universo de acordo com o Guia Guimes’ de degustação, alegria e exagero.
Na casa dos Morgan, e um curioso chapéu australiano.
Com a Tamlyn, sua mais nova amiga de infância.
Com a Missy, um Gruddle (Golden Retriever c/ Poodle).
Na casa dos Morgan.
O Four Seasons recebe hóspedes pequenos assim.
Entrada do bairro onde fica o Four Seasons
Sydney Opera House, e umas turistas simpáticas.
Uma rua qualquer com um céu não tão qualquer assim.
Essa fonte complexa fica bem na frente do hotel.
Sydney. The city.